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13/02/2020 14:41

Livros que resgatam a história de MS são lançados em Campo Grande


Com investimentos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC), da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul (IHGMS) lança oito livros da Série Memória Sul-Mato-Grossense  durante solenidade cultural que será realizada nesta quarta-feira (23.5), às 19 horas, no auditório Acyr Vaz Guimarães, localizado na avenida Calógeras 3.000 Centro. Os livros abordam temáticas variadas sobre o Estado, de autoria de associados do Instituto e pesquisadores convidados. Todos os livros ficarão expostos para consultas e pesquisas, e também à venda na livraria do IHGMS.

O livro Jean Serrou Camy – Um francês dos Pirineus no coração do Brasil, de autoria de Ely Carneiro de Paiva, surpreende por várias razões. O autor descreve as condições em que viviam os europeus que optaram por vir para a América e, especialmente, para o Sul de Mato Grosso uno, e desvela, com riqueza de informações e ineditismo a ocupação da extensa região de Coxim, abrangendo parte do Pantanal e o vale do rio Piqueri – cuja história era, até então, pouco conhecida. O protagonista da história é o francês Jean Serrou Camy.

Nos dez anos em que passou no Sul de Mato Grosso de então, o cearense José de Melo e Silva escreveu Fronteiras Guaranis e Canaã do Oeste, dois livros indispensáveis à compreensão de nosso Estado. Canaã do Oeste – que teve uma edição reduzida, em 1989 – relata aspectos físicos, econômicos e históricos do então Sul de Mato Grosso, em que o autor chamava de Canaã, lugar onde a terra prometia.

Em Fronteiras Guaranis o pesquisador exigente deixa em seu texto o profundo conhecimento historiográfico sobre o Estado, destacando-se o relato às impressões pessoais.

O Estado de Mato Grosso e as supostas terras do Barão de Antonina, Astolfo Vieira  relata que o Barão de Antonina pretendia, até por interesses do governo imperial, encontrar um caminho que, partindo do Paraná, chegasse ao baixo Paraguai, porque a viagem fluvial de Porto Feliz para Cuiabá já se tornava impraticável e a navegação pelo rio Paraguai, além de demorada, era dificultada pelo governo daquele país. O livro relata ainda a formação de uma bandeira chefiada por Joaquim Francisco Lopes, que entrou pelo Sul do Mato Grosso uno, chegando até Albuquerque e, de volta para a região de Vacaria, começou a explorar os rios que da serra de Maracaju vertem ao Paraná.

Eurípedes Barsanulfo Pereira, no livro História da Fundação de Campo Grande, afirma que a intenção era apenas reproduzir, na forma de uma home page, excertos do resumo histórico da fundação da capital sul-mato-grossense, que o seu pai, Epaminondas Alves Pereira, publicara em 1972. O autor expõe, com detalhes, as viagens de José Antônio Pereira –  de quem é trineto – de José Antônio Pereira entre o povoado de São Francisco das Chagas do Monte Alegre (Minas Gerais) e o Arraial de Santo Antônio de Campo Grande. A semelhança entre as duas cidades de antigamente constrói a memória de Campo Grande.

Autor: http://www.ms.gov.br/

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